Posted 31 May 2012, 2 days ago | 338 notes | reblog this post
(originally biscuita / via oitonotes)

Pessoas boas sofrem até se tornarem más.

Posted 30 May 2012, 2 days ago | 25,623 notes | reblog this post
(originally desaforo / via olho-de-diamante)
Posted 30 May 2012, 2 days ago | 32,447 notes | reblog this post
(originally 3-deagosto / via itsburied)
Posted 30 May 2012, 2 days ago | 36,441 notes | reblog this post
(originally bananaaaas / via r0ckeira)

r0ckeira:

Maldita rotina. Chorar durante a noite inteira por saudades de alguém que não me pertence. Chorar desesperadamente até pegar no sono e adormecer. Amanhece o dia e acordo com meus olhos inchados por ter chorado mais do que o devia noite passada. Foram tantas lágrimas derramas com a intenção de que a dor saísse aqui de dentro junto as lágrimas, mas como sempre todas elas caíram em vão. Pois eu ainda podia sentir dentro do meu peito a angustia se espalhando por ali dentro me deixando cada vez pior. Mas o dia a recém tinha começado e eu teria que engolir novamente a tarde as lágrimas, suprir para dentro de mim toda a dor, escondendo através disso toda a minha tristeza e depressão que podia apenas se notar através dos meus olhos. E finalmente seguir o dia com o pior dos meus fingimentos, o tal do sorriso forjado. E nunca ninguém se quer desconfiava de todo o sofrimento que havia por trás do meu sorriso bobo de criança, Eu era até que uma bela atriz, ou ninguém se importava mesmo com meus sentimentos. Mas isso não fazia mais tanta diferença, pois ao fim do dia eu chegava em casa e saberia que encontraria a escuridão do meu quarto novamente. Lá naquela profunda escuridão se escondida meus medos, minhas ilusões e minha melhor amiga, que seria a solidão. Ninguém poderia mudar isso, ninguém poderia arrancar-me de lá a não ser alguém que pudesse me dar um pouco de amor e carinho, alguém em quem eu pudesse confiar. Alguém que não me falasse mentiras para me arrancar sorrisos e nem que me decepciona-se assim como todos fizeram, pois tenho muitas mágoas do passado, as quais me fizeram ter a escolha de preferir a escuridão do meu quarto do que a luz lá de fora, onde havia falsidade misturada em falsas promessas das quais me levaram  a morar junto a solidão. (r0ckeira)

Posted 30 May 2012, 2 days ago | 3,157 notes | reblog this post
(originally r0ckeira / via r0ckeira)
Eu quis te esquecer, juro que quis. Cheguei a te excluir de todas as minhas redes sociais, mas vivia te stalkeando dia e noite. Deletei seu número e ainda bloqueie para não poder receber nenhum tipo de ligação, ou SMS. Como se eu não soubesse seu número de cor e salteado né. Dei sumiço com os nossos históricos do MSN, parei de assistir nossos filmes, deixei de ouvir as nossas músicas, e já cheguei a não ir a lugares só para não poder te encontrar. E sabe o que aconteceu? NADA. Maldito perfume esse seu que vive me perseguindo. É sério. Já passei por diversos garotos que tinham o seu cheiro. O perfume anda na promoção é? Merda de cheiro. E sabe aquela música que você vivia tocando pra mim no violão? Aquela que tô até enjoada de ouvir, porque parecia que você só sabia tocar ela. Então, acredita que semana passada, o carro que quase me atropelou, estava tocando essa música na maior altura? Merda de música. Mas o moço do carro me ajudou, me levou na padaria pra comer alguma coisa. E ainda o cara do caixa da padaria tinha o maldito corte de cabelo feio que você insistia e costumava cortar, provavelmente desde que nasceu. Merda de cabelo. Então eu quis sair correndo de lá e ir pra minha casa, mas correr me lembraria de todas as vezes que a gente apostava corrida no meio da rua e os carros xingavam até não poder mais. Aí fui andando devagar e senti uma falta da sua mão entrelaçada e suada na minha. E fui mais rápido e esbarrei no moço da pipoca que me perguntou se eu estava com pressa porque ia encontrar meu namorado, e eu tive que gritar que não tinha um namorado. Merda de pipoqueiro. Era na semana de provas trimestrais e além de quase ser atropelada, eu tinha que pegar o caderno pra estudar as fórmulas que estavam justamente nas últimas folhas, pertinho dos desenhos que a gente fazia. Maldito caderno. Ainda bem que minha amiga me ligou em seguida e não me deixou queimar o caderno, mas me mandou ligar a TV no canal de fofocas. Só que a TV tava na novela, na cena que o Jorginho e a Nina discutiam, brigavam, se evitavam e tocava aquela música ridícula da Marisa Monte e depois se beijavam. Típico o que nós fazíamos e depois ríamos. Maldita Marisa Monte, maldito Jorginho, maldita novela. Então estragou minha semana, como você sempre costumava fazer. Estragou a minha vida. Transbordei de raiva e de fome. Queria comer, isso seria uma ótima ideia se não tivesse uma pizza velha na geladeira que me lembrasse da noite que a gente sentou na calçada, apostou quem comia mais fatias sem tomar água e depois você me fez passar mal de tantas cócegas. Então vou dizer uma coisa que jamais achei que iria dizer: “Maldita pizza!” Amo vitrines de roupas, mas olhar me faz lembrar sua falta de paciência. Amo baladas, parques e shopping, mas os malditos casais amam lá também. Resolvi ver meu facebook, sem notificações importantes, sem mensagens importantes e o feed de notícia nada de importante, exceto um maldito amigo em comum que curtiu uma foto sua de você sorrindo com a blusa que te dei, sorrindo do jeito que eu gosto. Malditos amigos em comum. Por que você ainda usa a camisa que te dei? Quis sair. Ir pra balada. Eletrônica, você odeia mesmo. Fui de carona com o pai da minha amiga que ouvia a música que você odeia, entro lá e dou de cara com o garçom. E quer saber o que estava escrito no crachá dele? O seu nome. Maldito nome, já falei né? Do lado casais, do outro casais e no meio eu morrendo de saudade de ser seu par e falar mal dos outros pares. E quis voltar pra casa porque era impossível querer tanto não lembrar de você e lembrar o dobro, mas como eu sou a garota com mais sorte no mundo, esbarrei num cara parecido com você na saída, com o mesmo carro, uma calça sua que eu conhecia e o cheiro do perfume barato e azedo seu de sempre. Na hora tive vontade de xingar o garoto de maldito por ser parecido com você e por ter derrubado meu copo de vodka, mas só consegui perguntar o que você tava fazendo aqui. E você com aquela cara de sonso respondeu que tava fazendo o mesmo que eu. Mas eu estava tentando te esquecer, caramba! Deu vontade de ir embora, só faltava decidir se eu queria ir sozinha ou com você. Mas decidi rápido: SOZINHA. Então te avisei que estava indo e você disse que tudo bem. Maldito tudo bem, porra! Até que eu vou, você grita lá de longe que vai comigo e eu esqueço que estava tentando te esquecer a semanas. Garoto, qual o seu problema? Precisei perguntar na mesma hora. Você precisa parar de aparecer em cada esquina que ando. E eu me derreti logo em seguida, quando você não respondeu nada e só me beijou. Maldito beijo com gosto de halls. MALDITO CORAÇÃO!

Menos frio, e mais você.

Posted 30 May 2012, 2 days ago | 118,787 notes | reblog this post
(originally zeroing / via the-little-angel-from-hell)
Posted 30 May 2012, 2 days ago | 437 notes | reblog this post
(originally lhaamaverde / via deivid-olivato)
Já amei pessoas que achei que nunca de mim se afastariam, já gostei de pessoas apenas pelas palavras que elas me diziam. Hoje quero acreditar apenas nas coisas que forem concretas, chega de crer apenas em belas palavras, chega de crer apenas no que estamos sentindo, chegou a hora em que belas palavras só servirão se vierem acompanhadas de boas atitudes, e que sentimentos só serão verdadeiros se forem provados. (Dari Villas)

theme por nostalgia-surreal; base por amar-gura e memorias agridoces; alguns detalhes originais dameiopasso, heyilove e elasocurtejackdaniels; não copie, pf ):
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